Ações de Extensão do IQ
O Instituto de Química (IQ/UFRJ) desenvolve e já desenvolveu dezenas de ações de extensão universitária, registradas no Sistema Integrado de Gestão Acadêmica (SIGA/UFRJ), nas modalidades de Projetos, Cursos e Eventos, em consonância com as diretrizes da Pró-Reitoria de Extensão (PR-5).
Esta página tem caráter informativo e institucional, apresentando exemplos representativos de ações de extensão realizadas pelo Instituto de Química ao longo do tempo, incluindo ações já encerradas, suspensas ou concluídas, especialmente aquelas de relevância acadêmica, social ou histórica — como as desenvolvidas em caráter emergencial durante a pandemia de COVID-19.
🔹 Atenção:
O status oficial e atualizado de cada ação de extensão (ativa, suspensa, encerrada ou cancelada), bem como seus respectivos períodos de vigência, é definido exclusivamente pelo SIGA/UFRJ, que constitui a fonte administrativa oficial dessas informações.
🔹 A presença de uma ação nesta página não implica que ela esteja atualmente em andamento ou com inscrições abertas.
🔹 Para informações atualizadas, participação ou certificação, recomenda-se sempre a consulta direta ao SIGA/UFRJ ou aos dirigentes da Unidade através dos canais oficiais de comunicação.
Exemplo de ações de extensão oferecidas pelo IQ:
Coordenadora: Jussara Lopes de Miranda Resumo: A questão dos resíduos é um problema ambiental preocupante que necessita de atenção e deve ser objeto de trabalho da educação ambiental nas escolas (LAYARGUES, 2002). A educação ambiental não deve, porém, ser restrita a um mero processo de transmissão de conhecimentos e informações, mas, deve e precisa se tornar abrangente e motivadora do desenvolvimento do pensar crítico e da reflexão no processo formativo a ponto de provocar inquietações acerca das questões ambientais e consequentemente, mudanças de atitude. No Brasil, a educação ambiental no ensino médio está prevista atualmente para ser abordada como um tema transversal e interdisciplinar, que deve permear todas as disciplinas dos currículos escolares, seja em âmbito dos espaços formais ou não formais de ensino (MELO, 2007, p.8). Dentre as questões ambientais prementes à nossa sociedade atual, destacaremos, neste projeto, a temática do lixo e o seu impacto segundo as abordagens ambiental, ecológica, social, econômica e histórico-geográfica, no âmbito da educação ambiental crítica. As atividades do projeto serão divididas em três linhas básicas, a saber: 1) a realização de um projeto pedagógico inter e transdisciplinar sobre a temática lixo urbano e sociedade com docentes do ensino médio de diferentes disciplinas; 2) elaboração e desenvolvimento de atividades para a participação efetiva de discentes do ensino médio em diferentes oficinas e 3) apresentação de palestras (feita pelos coordenadores e docentes) e dos resultados do projeto (a ser feita pelos discentes participantes) para a comunidade escolar e do bairro. O projeto A Arte no Lixo se constitui em ações transdisciplinares abordando a educação ambiental com os seguintes temas: lixo e sociedade; lixo e contaminação no solo e água; lixo eletrônico; reciclagem e compostagem; Antropoceno e o lixo do século XXI; artes plásticas e lixo; consumo responsável e sustentabilidade no ensino.A ARTE NO LIXO!
Resumo:AÇÕES INTEGRADAS DE EDUCAÇÃO E PESQUISA AMBIENTAL NO COMPLEXO DA MARÉ – A QUÍMICA AMBIENTAL NA CONSTRUÇÃO DA CIDADANIA
Coordenador: Antônio Carlos de Oliveira Guerra
Resumo:ÁREAS DAS CIÊNCIAS EXATAS COMO OPÇÃO PROFISSIONAL FEMININA
Coordenadora: Viviane Gomes Teixeira
Resumo:BIODIESEL: OBTENÇÃO E ANÁLISE DE QUALIDADE - BOA NA ESCOLA
Coordenadora: Luiza Cristina de Moura
Resumo:CIÊNCIA E BIOTECNOLOGIA: DA SALA DE AULA PARA A BANCADA
Coordenadora: Danielle Maria P. de Oliveira Santos
Resumo: O projeto A Química e o Coronavírus visa promover atividades de divulgação científica e apoio didático de modo tranversal, abrangendo três eixos temáticos: 1) a divulgação científica da Química e o coronavírus; 2) A Química e a Poesia em período de pandemia e 3) Interação social no confinanento.A QUÍMICA E O CORONAVÍRUS
Coordenadora: Jussara Lopes de Miranda
Resumo: Este projeto propõe a ação de um grupo multidisciplinar da UFRJ visando motivar e aproximar alunos das últimas séries do ensino fundamental das disciplinas científicas por eles estudadas, utilizando para isso metodologias experienciais, recursos tecnológicos e equipamentos culturais da própria Universidade. Este trabalho tem como finalidade contribuir, através de ações experimentais, para o revigoramento pedagógico, motivacional e científico/linguístico do ensino cotidiano de escolas públicas.AÇÃO INTERDISCIPLINAR VISANDO MOTIVAR ALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL PARA O ENSINO DE CIÊNCIAS
Coordenador: Roberto Salgado Amado
Resumo: O presente projeto visa desenvolver um conjunto de ações integradas de pesquisa e educação ambiental para a formação cidadã do seu público-alvo. Por serem questões que afetam especialmente os menos favorecidos economicamente, dois pontos serão abordados com maior ênfase: a sustentabilidade e a produção e destinação do lixo. Para tal, serão desenvolvidas atividades diversas com a participação de professores e estudantes dos diferentes seguimentos educacionais atendidos pelo projeto – quais sejam: o Ensino Fundamental I e II, o Ensino Médio, os cursos de Formação docente e continuada de professores e os cursos de Pós-Graduação em Ensino de Química/Ciências. Atividades como oficinas, palestras, entrevistas, coleta de amostras, análise químicas e físicas, dentre outras, serão propostas e coordenadas pelo grupo do Laboratório Didático de Química do IQ-UFRJ (LADQUIM), dentro de um processo interdisciplinar e social. Todas as ações estarão pautadas no modelo Ciência-Tecnologia-Sociedade (CTS) e no Ensino de Ciências por Investigação (ECI). Conforme previsto no Projeto Pedagógico do Curso (PPC) e ser requisito curricular obrigatório, o projeto também contribuirá para a formação acadêmica, técnico-científica e cidadã dos graduandos da UFRJ.AÇÕES INTEGRADAS DE EDUCAÇÃO E PESQUISA AMBIENTAL
Coordenador: Antônio Carlos de Oliveira Guerra
Resumo: 1-Preparação de material didático voltado para experimentação em Química/Ciências; 2- Participação em oficinas e atividades de extensão no LaDQuim e nas Escolas participantes; 3- Participação em reuniões de grupo; 4- Organização de material para realização de oficinas; 5- Arrumação e organização do Laboratório (LaDQuim); 6- Preparação de Relatórios de Atividades de Extensão.AÇÕES INTEGRADAS DE EDUCAÇÃO E PESQUISA AMBIENTAL NO COMPLEXO DA MARÉ – A QUÍMICA AMBIENTAL NA CONSTRUÇÃO DA CIDADANIA
Coordenador: Antônio Carlos de Oliveira Guerra
Resumo: O CInÊNCIA é um projeto que visa fortalecer o processo de inclusão social e audiovisual através da disseminação da ciência, semiótica, cultura, educação e novas tecnologias em suas diversas formas de expressão e linguagem, sobretudo a partir da exibição e discussão do conteúdo de filmes cinematográficos, vídeos e oficinas para um público excluído ou com menor acesso. O projeto tem natureza andarilha e desenvolve atividades no interior dos estados do Rio de Janeiro e Minas Gerais, pretendendo ampliar sua atuação a outros municípios e ao estado Mato Grosso do Sul pela parceria com a UFMS. O CInÊNCIA usará temas de ampla penetração social como Sustentabilidade & Sobrevivência; Inovação & Desenvolvimento; Estigma & Pertencimento e diversidades culturais que contarão com apoio, tecnologia e parceria dos Laboratório Interdisciplinar de Formação de Educadores/UFRJ (NEaD-LIFE) e Laboratório de Estudos em Semiótica e Educação Química – UFRJ. Utilizam-se filmes, vídeos e outras formas de comunicação visual para um olhar semiótico em torno dos temas. O quadro teórico-metodológico de referência considera a noção de mediação semiótica de Lev Vigotski como uma unidade estruturante deste trabalho. Pretende-se construir catálogo de indicadores de desempenho articulados à dimensão e ao valor social e cultural; portfólio de filmes e imagens; desenvolvimento de novas mídias sociais do Projeto que já dispõe da fanpage no facebook que permite o contato com escolas e participantes. Destaca-se o fortalecimento dos mecanismos de inclusão social pela busca de subsídios empíricos da nossa pesquisa acadêmica relacionados às ações afirmativas e a construção dos indicadores socio-culturais.CInÊNCIA
Coordenadora: Waldmir Nascimento de A. Neto
Resumo: A ação de extensão “Conhecendo o Instituto de Química (IQ) da UFRJ”, proposta na modalidade de Projeto, em formato híbrido, pretende desenvolver uma ação contínua com escolas do Ensino Básico, através de duas vertentes: atendimento ao público externo por meio de visitas guiadas no IQ da UFRJ, onde professores e alunos de escolas públicas e privadas do Rio de Janeiro poderão adquirir conhecimentos diversos sobre a Ciência Química e áreas correlatas e; atendimento ao público externo por meio das mídias sociais de grandes massas, de forma que o impacto social se torne mais amplo. Sendo assim, o eixo principal da proposta trata da criação de uma ação educativa e social que viabilize a ampliação de horizontes de alunos e professores do Ensino básico sobre as Ciências em geral, com foco especial para a Química, desmistificando conceitos e estereótipos criados sobre os profissionais/trabalhos da referida área, além de discutir aspectos importantes sobre o acesso e permanência nas Universidades brasileiras, tomando como referência a própria UFRJ, através da explanação e discussão dos processos inerentes. Neste interim, será importante a participação do professor como sujeito da ação, envolvido na produção do conhecimento e no diálogo em todas as etapas do processo, de forma que se torne um ponto de apoio para alunos da escola de origem no processo de escolha da profissão, tendo como suporte nossos contatos via “internet”, e podendo ainda, “revisitar” o IQ em momentos oportunos.CONHECENDO O INSTITUTO DE QUÍMICA DA UFRJ
Coordenador: Rodolfo Barboza
Resumo: Não há resumo relacionado no SIGA.CONVERSAS COM PROFESSORES DE CIÊNCIAS DA REDE DE ENSINO DO RIO DE JANEIRO: CONSTRUINDO UM INSTRUMENTO DIALÓGICO PARA FORMAÇÃO CONTINUADA.
Coordenador: Rodrigo Volcan lmeida
Resumo: Este projeto de extensão (Ensino à Distância-ED) visa ampliar a formação de recursos humanos nas seguintes técnicas: difração de raios X, espectroscopia vibracional e análise térmica; importantes na caracterização de sólidos cristalinos utilizados em diversas áreas. O projeto visa oferecer cursos diferentes sobre as três técnicas citadas. O primeiro abordará o tema difração de raios X (DRX) – método de pó e será apresentada a importância dessa técnica na caracterização de materiais cristalinos. O curso sobre DRX será dividido em duas etapas: teórico e prática, no sentido em que os participantes assistirão online, aulas apresentadas em slides e, ao final, farão uma experimentação contextualizada de difratogramas, sob constante orientação, de alguns materiais policristalinos, utilizando alguns programas livres da área ou disponibilizados oficialmente pelos sítios de pesquisa do Brasil. Nesta etapa prática, o curso contará com a participação de monitores que apoiarão na utilização dos aplicativos, programas, exercícios e esclarecimento de dúvidas. Assim, a etapa teórica visa a apresentação formal do programa do curso e a prática, a discussão sobre as principais variáveis e cuidados na preparação de amostras e análise de resultados obtidos. Nesta última etapa serão discutidos os resultados de padrões e amostras reais utilizando bases de dados de DRX e alguns resultados de análises já realizadas em trabalhos de interesse dos participantes e do pessoal técnico do curso.CURSO DRX - FUNDAMENTOS E APLICAÇÃO EM QUÍMICA AMBIENTAL
Coordenadora: Luiza Cristina de Moura
Resumo: Os Erros Inatos do Metabolismo são doenças genéticas de importante causa de mortalidade infantil. A desinformação sobre estas doenças e a falta de laboratórios para diagnóstico refletem negativamente no prognóstico dos afetados. O projeto comtempla o oferecimento de análises bioquímicas gratuitamente à comunidade carente do Estado e um programa de estudo e treinamento laboratorial para profissionais e alunos. O projeto visa, então, uma educação orientada para o melhor conhecimento destas doenças através da realização de cursos e simpósios, estágios supervisionados e treinamento de alunos, aumentar o atendimento oferecido à comunidade e colaborar com políticas públicas de saúde no Estado.ERROS INATOS DO METABOLISMO: EDUCAÇÃO ORIENTADA E DESENVOLVIMENTO DE FERRAMENTAS PARA DISSEMINAÇÃO DE CONHECIMENTO, DIAGNÓSTICO E CAPACITAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS.
Coordenadora: Fernanda Bertão Scalco
Resumo: O projeto ‘Exposição A Química em Tudo” tem como objetivo compor um quadro das contribuições da Ciência para o desenvolvimento de diversas áreas do conhecimento e promover a formação de alunos e professores, tendo como fundamento a teoria histórico-cultural. Suas ações se dividem em duas vertentes, delimitadas pelos espaços onde ocorrem: 1. A exposição “A Química em Tudo”, um ambiente dedicado à divulgação científica e à formação docente. 2. Atividades que ocorrem nas escolas parceiras do projeto ou outras que se inscrevam para receber o projeto, nas quais são realizadas atividades experimentais e/ou lúdicas, visando a promoção do ensino e aprendizagem de Ciências e a formação cidadã.EXPOSIÇÃO “A QUÍMICA EM TUDO” – AÇÃO DE DIFUSÃO CIENTÍFICA PARA ALUNOS E PROFESSORES DE ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO.
Coordenador: Joaquim Fernando Mendes da Silva
Resumo: Este projeto visa fazer a mediação didática entre a Fotoquímica e a Sociedade, principalmente alunos do ensino médio, de graduação e professores do Ensino Básico, por meio de divulgação científica. Pretende-se, através da preparação de oficinas, vídeos, cursos, textos, etc., sedimentar e difundir os conhecimentos clássicos e modernos da Fotoquímica. A idéia é, a partir de uma série de experimentos simples, utilizando material do cotidiano e luz (lâmpadas, lasers ou sol), demonstrar e explicar os conceitos básicos envolvidos na interação entre luz e matéria. O projeto visa oferecer ao público alvo um caminho de entendimento teórico baseado em dados experimentais. O projeto prevê atividades demonstrativas e interativas na forma de oficinas desenvolvidas no laboratório de Fotoquímica do IQ-UFRJ, além de outras atividades externas. Esta ação de extensão já se encontra em andamento desde 2017 recebendo alunos de ensino médio dentro das ações “Conhecendo a UFRJ” e “Conhecendo o IQ” e nas últimas duas edições da Semana de Integração Acadêmica da UFRJ. Este projeto também participou em 2019 da 27a Semana da Química da UFRJ; da 1a Escola de Verão do IQ-UFRRJ e do Domingo com Ciência na Quinta, da SBPC. O Laboratório de Fotoquímica também vem atuando na divulgação de vídeos e fotos de experimentos explicativos via Instagram: @photochemistryufrj e YouTube.LUZ, QUÍMICA, AÇÃO!
Coordenadora: Nanci Câmara de Lucas Garden
Resumo: Nosso curso é totalmente EAD, ou seja, à distância. Você pode fazer à qualquer hora e lugar dentro dos prazos de duração do curso e seus módulos. O objetivo do curso é apresentar aos participantes o tema Mudanças Climáticas, que faz parte de um dos dezessete Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (17 ODS) propostos pela Agenda 2030 da ONU a partir do ano de 2015. O ODS 13 trata da Ação Contra a Mudança Global do Clima. Faremos uma abordagem bem interativa e com um recorte à questão do Efeito Estufa. Este curso tem como público docentes em formação inicial e continuada, preferencialmente da Área de Ciências da Natureza, portanto, acreditamos que as trocas de saberes serão altamente enriquecedoras e proveitosas! Aos participantes recomendamos ler atentamente os TERMOS DE USO do AVA @ UFRJ antes de iniciar as atividades do curso! O curso é parte integrante do projeto RECICLAB: Química Verde e Sustentabilidade. Instagram @projetoreciclab.MUDANÇAS CLIMÁTICAS E EFEITO ESTUFA - UMA INTRODUÇÃO
Coordenadora: Paula Macedo Lessa dos Santos
Resumo: O Museu da Química Professor Athos da Silveira Ramos tem por objetivo preservar e divulgar o passado da Química em nosso país, constituindo-se numa iniciativa pioneira no Brasil. O Museu se apresenta em exposições itinerantes em eventos e locais para que um grande número de pessoas possa conhecer a trajetória da química em nosso país e sua relação com o cotidiano. Ele também está aberto à visitação de sua sede, no 5o andar do bloco A do CT. O acervo é representativo do momento político, sócio-cultural, técnico e econômico que a Ciência e a Tecnologia brasileira atravessaram a partir de 1860. Parte desse acervo vem sendo digitalizado desde 2011 para fins de divulgação pública.MUSEU DA QUÍMICA PROFESSOR ATHOS DA SILVEIRA RAMOS.
Coordenador: Júlio Carlos Afonso
Resumo: As Orientações Curriculares para o Ensino Médio recomendam o desenvolvimento de práticas educacionais fora do espaço escolar, apontando esse procedimento como uma atividade potencialmente motivadora para os alunos, principalmente por deslocar o ambiente de aprendizagem para fora da sala de aula. Por outro lado, a pesquisa em Educação sobre espaços não–formais de ensino e aprendizagem tem crescido de forma acentuada nos últimos anos. Com relação ao ensino de ciências, pesquisadores reconhecem que a educação não pode mais se ater ao contexto estritamente escolar, enfatizando a importância de espaços tais como jardins botânicos, parques ecológicos, zoológicos e museus. A utilização de museus como espaços não formais de educação visa por um lado estimular a curiosidade e motivar os alunos com relação aos conteúdos de natureza científica contidos nas peças em exposição e, por outro lado, suprir, ao menos em parte, as carências dos estabelecimentos de ensino tais como falta de laboratórios e de recursos audiovisuais, reconhecidamente motivadores no processo ensino-aprendizagem. Esse projeto abrange o planejamento, execução e avaliação de visitas guiadas diferentes museus e centros de divulgação científica por parte de alunos de nível médio da rede pública do município do Rio de Janeiro. Aspectos históricos, artísticos e culturais deverão ser igualmente destacados, o que evidencia o caráter interdisciplinar do projeto. A avaliação será sob forma de discussões em grupo após as visitas e aplicação de questionários antes, durante e depois das visitasMUSEUS COMO ESPAÇOS NÃO FORMAIS PARA ENSINO E APRENDIZAGEM DE QUÍMICA.
Coordenador: Guilherme Cordeiro da Graça de Oliveira
Resumo: O parque tecnológico do LBCD será disponibilizado para que jovens do ensino médio possam vivenciar na prática o conhecimento teórico adquirido em sala de aula. A realização de visitas técnicas ao mesmo tempo que permite aos nossos técnicos e pesquisadores a vivência e a oportunidade de perceberem seu cotidiano “de bancada” através de olhos e perguntas instigantes daqueles que iniciam sua trajetória acadêmica, promovem a interação do promovem a interação dos graduandos com essa realidade. Além disso, demonstra aos jovens estudantes de nível médio as possibilidades de atuação no ensino, na pesquisa e na prestação de serviços da química analítica.PRAZER, LBCD!
Coordenador: Henrique Marcelo Gualberto Pereira
Resumo: O presente projeto teve início em 2002, e atua na preparação para o acesso ao nível superior de jovens e adultos, moradores do entorno da Cidade Universitária e que concluíram o ensino médio em escola pública e são de família de baixa renda. A inclusão social é realizada no processo de ensino/aprendizagem, nas dependências da UFRJ, com toda a infraestrutura administrativa e acadêmica necessária para a formação do cidadão. Além disso, outro objetivo é inserir os estudantes da graduação de diferentes cursos da UFRJ nos desafios do processo de ensino/aprendizagem para um público com nível de conhecimento e autoestima muito baixos, ou seja, contribuir para a formação do professor/educador.PRÉ VESTIBULAR SAMORA MACHEL.
Coordenadora: Marta Eloisa Medeiros
Resumo: O Projeto Escola Solar é uma proposta de construir uma ponte entre o conhecimento produzido na UFRJ e alunos da rede pública de ensino. Esta iniciativa visa promover um despertar sobre questões socioambientais relevantes e contribuir para a formação de jovens mais críticos e capazes de exercer seu direito à cidadania. Esta proposta é uma realização do Laboratório de Química de Superfícies (LaQuiS) do Instituto de Química, referência nacional em pesquisas sobre células solares , idealizada e coordenada pela Prof. Maria Luiza Rocco. Acreditamos na ampliação do acesso ao conhecimento, na importância do fortalecimento da educação básica na construção da cidadania e defendemos que o lugar da universidade pública é ao lado da sociedade. Nosso maior objetivo é tornar a tecnologia das Células Solares Orgânicas acessível à comunidade, de modo que alunos e professores conheçam a tecnologia, compreendam seu funcionamento, e sejam capazes de relacionar com o que aprendem ou ensinam em sala de aula além de incitar o debate sobre da produção de energia a partir de fontes renováveis. O Projeto Escola Solar para além de uma proposta de aproximação da universidade com o ensino básico, é a realização de um sonho antigo onde jovens tornam-se verdadeiros agentes transformadores da sociedade usando a C&T como ferramenta contra as mazelas de seu cotidiano. Não pretendemos formar especialistas, mas sonhadores como nós, que nunca deixam de acreditar que o verdadeiro poder de uma sociedade é o capital humano e o conhecimento o alimento capaz de nutrir o futuro de uma nação.PROJETO ESCOLA SOLAR: ENERGIA RENOVÁVEL, FUTURO SUSTENTÁVEL.
Coordenadora: Maria Luiza Rocco Duarte Pereira
Resumo: Um dos fortes empecilhos para o desenvolvimento dos jovens é a violência, o que faz com que a expectativa de vida seja diminuída, bem como o potencial do jovem. A resiliência pode prevenir a violência, o que a torna um instrumento importante para a educação. A escola é um dos espaços promotores de resiliência mais potentes que a sociedade pode implementar. Entretanto, o fracasso escolar frequentemente leva a uma deterioração da autoestima e faz com que o jovem passe a acreditar que fracassará também na vida. Um dos fatores responsáveis pelo alto índice de evasão e de repetência é uma escola não atrativa, com professores despreparados, o que culmina no desestímulo à permanência na escola.PROJETOS DIDÁTICOS EM PETRÓLEO & GÁS, BIOCOMBUSTÍVEIS E PETROQUÍMICA NO ENSINO MÉDIO. FERRAMENTAS PARA RESILIÊNCIA, INCLUSÃO SOCIAL E DESPERTAR PROFISSIONAL.
Coordenadora: Adriana dos Santos Lages
Resumo: Neste projeto a qualidade do Ar de Interiores (QAI) é conduzida em diferentes tipos de ambientes em escolas da rede pública através da coleta e análise do ar a fim de obter dados epidemiológicos que permitam medidas públicas e educacionais à população através da difusão dos resultados obtidos pela mesma. Questionários serão preenchidos e discutidos pelos alunos da escola com questões referentes a características do local amostrado. Os resultados obtidos serão apresentados na forma de oficinas para a comunidade participante e demais interessados com o cunho educativo e social. É importante que seja apresentada práticas ecologicamente corretas para incutir um maior discernimento ambiental.QUALIDADE DO AR EM AMBIENTES FECHADOS E ABERTOS EM ESCOLAS DA REDE PÚBLICA.
Coordenadora: Celeste Yara dos Santos Siqueira
Resumo: Questões relacionadas ao aquecimento global, à redução da geração de resíduos e à emissão de gases de efeito estufa, são alguns fatores que impulsionam o desenvolvimento da economia circular. Trata-se de um processo que substitui o conceito linear, aproveitando ao máximo os recursos que já se encontram em uso, permitindo a reutilização e a reciclagem de materiais, eliminando desperdícios. No entanto, para esse processo funcionar é necessária a participação não apenas de pesquisadores e governantes, mas também o envolvimento e incentivo de empresas e da população em geral. Desse modo, o evento em questão pretende, através de palestras, seminários, mesas-redondas e minicursos, corroborar com a disseminação de informações a respeito de assuntos relacionados à química verde, sustentabilidade e economia circular. Serão dois dias por ano de evento com participações de palestrantes discutindo sobre os assuntos citados. As palestras e seminários têm como objetivo abordar os seguintes assuntos: o papel da ciência rumo à economia circular; quais as ações para um futuro sustentável; a indústria química e outros segmentos atuando na química verde; entre outros. Os palestrantes serão professores e pesquisadores convidados da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e das demais Universidades do Rio de Janeiro, representantes de outras instituições tais como SENAI, FIRJAN, FIOCRUZ, PETROBRAS, etc.O evento será aberto a toda a comunidade universitária e alunos de escola técnica.QUÍMICA E SUSTENTABILIDADE.
Coordenadora: Ana Lúcia de Lima
Resumo: No ensino público brasileiro, repleto de contrariedades e constantemente desafiado pela realidade socioeconômica de seus alunos, é fundamental o desenvolvimento de novas práticas pedagógicas que contribuam para aumentar o interesse dos alunos por temas ligados às ciências naturais. Assim como o conhecimento, os hábitos alimentares são uma construção sociocultural, forjada nas interações sociais. Assim como a aprendizagem, uma bela refeição mobiliza afetos, emoções e relações entre pares. Nesse contexto, o presente projeto propõe uma prática alternativa de ensino da Química, que possa contribuir para a melhoria no ensino da ciência através de uma abordagem pedagógica contextualizada e interdisciplinar. Para isso, serão realizadas oficinas que abordem os conceitos da química através de atividades culinárias despertando nos alunos a curiosidade pelas transformações químicas através dos fenômenos observados durante o preparo dos alimentos. Desta forma, poderemos levar o ensino de química para espaços não formais relacionando os temas da gastronomia, saúde e nutrição. Recentemente, realizamos com muito sucesso 3 oficinas piloto do Química na Cozinha para grupos de 12 alunos de graduação do Instituto de Química e para um grupo de 15 alunos do curso pré-vestibular Paulo Freire. Este projeto contará com a participação de professores, alunos de graduação da UFRJ e alunos de ensino médio de escolas públicas.QUÍMICA NA COZINHA.
Coordenadora: Nadia Maria Comerlato
Resumo: A Química Verde deve estar presente em todos os segmentos que abarcam a atividade química desde o setor industrial até nas instituições de ensino, pesquisa e extensão. Apresentamos o Projeto RECICLAB como parte das ações do Instituto de Química da UFRJ, que buscam incorporar os princípios da Química Verde na filosofia do ensinar e aprender química nos cursos de Graduação e de Pós-Graduação e na Educação Profissional e Básica. Neste projeto, o uso de materiais dentro dos laboratórios do IQ-UFRJ deverá ser otimizado bem como a estruturação das aulas teórico-experimentais visando a redução, reutilização e reciclagem de reagentes e solventes.RECICLAB: QUÍMICA VERDE E SUSTENTABILIDADE.
Coordenadora: Paula Macedo Lessa dos Santos
Resumo: Os óleos vegetais residuais provenientes, principalmente, de frituras acarretam sérios prejuízos ambientais. Outro grande problema refere-se ao reuso de óleo de fritura usado no preparo de alimentos com o aumento da ocorrência de doenças cardiovasculares. A preparação de sabão através de práticas experimentais em sala de aula é uma forma de conscientizar os estudantes da necessidade do descarte adequado de óleo residual. É objetivo da presente proposta a criação de uma rede de escolas do município de Magé com sede no Colégio Estadual José Veríssimo, onde há um laboratório de Química, para coleta de óleo residual, e treinamento de estudantes para a obtenção de sabão.RECICLAGEM DE ÓLEO VEGETAL RESIDUAL PARA PRODUÇÃO DE SABÃO EM COMUNIDADES DE MAGÉ: UMA PROPOSTA DE CONSCIENTIZAÇÃO UNINDO ALUNOS, PAIS E PROFESSORES DO ENSINO MÉDIO DE COLÉGIOS DO MUNICÍPIO DE MAGÉ.
Coordenadora: Barbara Vasconcellos da Silva

