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Informativo nº 62

Britânicos olham para a química brasileira

Apesar de o fluxo de pesquisadores desde os anos 60 ser considerado alto no Reino Unido, as universidades britânicas acreditam existir espaço para maior fluxo de estudantes e pesquisadores brasileiros. Agora, uma iniciativa parte da própria Royal Society of Chemistry, que busca novos membros, autores e colaboradores dentre os nossos pesquisadores.

A entidade também está buscando idéias para pesquisas voltadas para a inovação que possam resultar em artigos científicos publicados com rapidez (“urgent communications”), de modo a não perder o seu caráter de originalidade. A Dra. Elizabeth Magalhães, gerente da RSC para o Brasil, explica as mudanças efetuadas.

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Britânicos olham para a química brasileira

Apesar de o fluxo de pesquisadores desde os anos 60 ser considerado alto no Reino Unido, as universidades britânicas acreditam existir espaço para maior fluxo de estudantes e pesquisadores brasileiros. Agora, uma iniciativa parte da própria Royal Society of Chemistry, que busca novos membros, autores e colaboradores dentre os nossos pesquisadores.

A entidade também está buscando idéias para pesquisas voltadas para a inovação que possam resultar em artigos científicos publicados com rapidez (“urgent communications”), de modo a não perder o seu caráter de originalidade. A Dra. Elizabeth Magalhães, gerente da RSC para o Brasil, explica as mudanças efetuadas.

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