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  1. Vídeos de animação sobre prevenção do câncer são lançados em versão em audiodescrição

    O Programa de Oncobiologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro acaba de lançar em versão com audiodescrição sua série de cinco vídeos educativos sobre o câncer. Os vídeos estão acessíveis no canal institucional no Youtube. O objetivo é que pessoas cegas ou com deficiências visuais também possam assisti-los, e saber mais sobre fatores de risco associados ao câncer.

    Os filmes de animação são voltados ao público em geral e mostram breves histórias de ficção relacionadas ao câncer. Todos os vídeos são acessíveis também aos surdos, e o título de cada um dos filmes faz alusão à bibliografia do escritor Gabriel Garcia Marquez.

    “Cem anos de intoxicação”  fala sobre os alimentos ultraprocessados e sua relação com o câncer. “Jogo de uma morte anunciada” conta a história de um jovem e sua relação com a indústria do tabaco. “Memórias de minhas pintas tristes” mostra o encontro entre duas pintas e procura tirar dúvidas sobre os tipos de câncer de pele. “Amor em tempos de HPV“ aborda a importância do uso da camisinha.  Em “Do álcool e seus demônios”, o personagem principal conhece os efeitos do consumo de bebidas alcoólicas, e o espectador tem a oportunidade de refletir sobre os impactos da propaganda no consumo de bebida alcóolica e escolher entre dois finais diferentes.

    Os roteiros e as produções dos vídeos foram realizados pelo Núcleo de Divulgação do Programa de Oncobiologia em parceria com cientistas da UFRJ, do INCA, da Universidade Federal Fluminense e da Fiocruz e contaram com apoio da Faperj, da Fundação do Câncer e do CNPq.

    Serviço:

    Canal do Programa de Oncobiologia no Youtube

    https://www.youtube.com/user/Oncobiologia 

    Vídeos com audiodescrição

    Do álcool e seus demônios

    Amor em tempos de HPV

    Cem anos de intoxicação

    Memórias de minhas pintas tristes

    Jogo de uma morte anunciada

    Fonte: Site IBqM – Instituto de Bioquímica Médica Leopoldo de Meis – UFRJ

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  2. Inclusão: uma responsabilidade de todos e de cada um

    Nota da Comissão de Acessibilidade

    A nossa LBI é abrangente e não restringe as suas leituras sobre Educação somente ao Ensino Básico, ela é ampla e atinge ao Nível Superior.

    Por conta da Lei das Cotas (2016), a política de Acessibilidade e Inclusão vem crescendo com o acesso dos alunos com deficiência e necessidade específica educacional pelas ações afirmativas na modalidade por deficiência.

    Nossa Comissão de Acessibilidade tem feito desde que a DIRAC (Diretoria de Acessibilidade) um trabalho em parceria com essa diretoria e com o Fórum Permanente UFRJ Acessível e Inclusiva e muitas das recomendações abaixo apresentadas são realizadas e estão relatadas em nosso novo espaço: o site “Acessibilidade“.

    Portanto, a cada período, os nossos alunos com essas características, ou seja, tanto os alunos dos cursos oferecidos pelo IQ quanto os alunos que nos chegam através de disciplinas oferecidas a outros cursos, são atendidos pela Comissão e acompanhados em seu percurso, caso necessitem de algum recurso ou mediação com os professores.

    Nós também mediamos a orientação pedagógica de algumas dicas de recursos específicos a cada tipologia que o aluno apresenta. Oferecemos a esses professores o contato com a Comissão abrindo um canal para dúvidas e esclarecimentos no percurso dos períodos.

    O IQ tem dado passos pioneiros na UFRJ para buscar espaços e diálogos para garantir a acessibilidade e inclusão dos alunos ingressantes por ações afirmativas por deficiência, bem como os que temos conhecimento e são ingressantes por ampla concorrência, desde que declarando-se comprovadamente.

    Contamos com toda a comunidade do IQ para que esse trabalho seja próspero e possamos dar continuidade a esse novo olhar.

    Segue a leitura que indicamos para conhecimento de todos:

    Como o diretor pode apoiar professores e familiares das crianças com transtorno de aprendizagem

    Por: Marlucia Brandão
     
     
    Inclusão: um desafio de todos e de cada um. Imagem: Shutterstock

    Olá, diretores

    Vocês têm acompanhado o debate sobre inclusão nas escolas brasileiras? Entendemos que esse diálogo é muito importante. As crianças que demandam acompanhamento específico, seja por conta de uma deficiência ou de um transtorno de aprendizagem, devem, sim, estar inseridas e ser acolhidas dentro do espaço escolar. Como qualquer outra criança. Porém, toda essa discussão algumas vezes fica bem distante da realidade vivenciada dentro da escola.

    O espaço escolar, muitas vezes, enfrenta uma avalanche de situações adversas em seu cotidiano. Problemas de infraestrutura, dificuldades de aprendizagem, distorção idade/série dos alunos, evasão, distanciamento familiar e por aí vai.

    Não devemos colocar a inclusão nessa lista de “problemas” já mencionados, não é a intenção. Mas é preciso que toda a escola entenda e se organize para receber bem os alunos com deficiência e transtornos de aprendizagem. Uma boa maneira de começar é conversando abertamente sobre o assunto com a equipe de professores, que também deve ter acesso aos laudos dos alunos que irão receber.

    É necessário que todos possam conhecer cada caso, e a partir daí, a escola se prepara para acolher as famílias que confiam a nós os seus filhos, ajudando-as a entender como vai ser o processo de socialização e aprendizagem de suas crianças e como eles podem participar efetivamente de tudo isso.

     

    LEIA MAIS: O que é a competência Empatia e Cooperação

    Aqui na EMEIEF Boa Vista do Sul, assim como nas demais escolas da rede municipal de Marataízes, no Espirito Santo, contamos em sala de aula com a presença de um professor concursado especializado em Educação Especial. Esse profissional é responsável por ajudar os alunos que apresentam laudos no processo de socialização e aprendizagem, mas sempre em sintonia com o professor regente da turma ou das disciplinas.

    Na primeira reunião do ano, disponibilizamos os laudos dos alunos e anexamos os mesmos no diário de cada professor. Desta maneira, todos começam a compreender que aquele aluno não é responsabilidade somente do professor da Educação Especial, mas do professor regente e de toda a escola.

    Temos, hoje, sete alunos com laudo na escola, vivendo esse processo de inclusão. O respeito às limitações de cada um deles e, ao mesmo tempo, a crença de que eles podem fazer muitas coisas, têm sido a meta de nossa escola.

    Organizei algumas dicas que acho que são valiosas para você, diretor, aplicar com seus professores, funcionários e alunos, em busca de uma escola cada vez mais inclusiva:

    – informar os professores sobre a presença de todos os alunos com deficiência e transtornos de aprendizagem da escola. Hoje, a criança pode estar sob responsabilidade de um docente, mas no ano que vem, será de outro. Quanto mais houver comunicação entre os profissionais, melhor;

    – fazer reuniões com os responsáveis pela criança para ouvi-los quanto aos detalhes descritos no laudo de seus filhos, sobre os medicamentos ministrados para cada criança e outras particularidades que a escola precise saber;

    – incentivar os professores a inserir os alunos em todas as atividades possíveis dentro da sala de aula;

    – propiciar momentos de socialização e entendimento dentro das turmas, para que os demais alunos também acolham seu colega.

    Nas reuniões de pais que organizo, busco falar sobre alguns transtornos de aprendizagem e sobre os alunos que demandam um acompanhamento mais específico. Boa parte do material que eu uso é do site da Associação de Pais Inspirare, criado por mães de crianças com transtornos de aprendizagem e psicólogas profissionais. Vale usar como material de consulta, mas tendo sempre em mente que cada realidade é uma, e cada aluno é especial dentro de suas características.

    Para acompanhar os casos de inclusão de sua escola, leia muito mas também converse bastante com os pais das crianças e os profissionais especializados.

    Espero ter ajudado! Você tem algum caso de inclusão bem-sucedida que queira compartilhar conosco? Conte nos comentários!

    Um abraço,

    Marlucia Brandão

    Marlucia Brandão é diretora da EMEIEF Boa Vista do Sul, em Marataízes-ES, desde 2016, e professora de Língua Portuguesa, com especialização em Linguística Aplicada ao Português, Psicopedagogia Institucional e Ciências da Educação. Deu aulas em todas as etapas, da alfabetização à Educação de Jovens e Adultos (EJA). Também foi Secretária de Educação de Marataízes entre 2011 e 2012.

    Fonte: Revista Gestão Escolar

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  3. Associação Brasileira de Dislexia oferece material de apoio gratuito

    Olá, pessoal!

    Considerada um distúrbio, e não uma doença, a dislexia é um transtorno manifestado na aprendizagem da leitura e escrita. De origem neurobiológica, é caracterizado pela dificuldade no reconhecimento preciso e/ou fluente da palavra, na habilidade de decodificação e em soletração. Para compreender melhor sobre o assunto, a Associação Brasileira de Dislexia disponibilizou um material de apoio gratuito.

    Como identificar a dislexia

    Sinais de dislexia na Pré-escola

    • Dispersão;
    • Atraso no desenvolvimento da fala e da linguagem;
    • Dificuldade de aprender rimas e canções;
    • Dificuldade de desenvolvimento da coordenação motora;
    • Dificuldade com quebra-cabeças;
    • Pouco interesse por livros impressos.

    Sinais de dislexia na Idade Escolar

    • Dificuldade na aquisição e automação da leitura e da escrita;
    • Pouco conhecimento sobre rima (sons iguais no final das palavras) e aliteração (sons iguais no início das palavras);
    • Desatenção e dispersão;
    • Dificuldade em copiar de livros e da lousa;
    • Dificuldade na coordenação motora fina (letras, desenhos, pinturas etc.) e/ou grossa (ginástica, dança etc.);
    • Desorganização geral, constantes atrasos na entrega de trabalho escolares e perda de seus pertences;
    • Confusão para nomear entre esquerda e direita;
    • Dificuldade em manusear mapas, dicionários, listas telefônicas etc.;
    • Pouco vocabulário, com sentenças curtas e imaturas ou longas e vagas;

    Materiais gratuitos sobre Dislexia

    A ABD (Associação Brasileira de Dislexia) disponibiliza vários materiais de apoio gratuitos, principalmente a professores e família. Veja dois deles:

    • Cartilha de Inclusão: esta cartilha explica o que é inclusão, como implementar, como organizar, planejar, monitorar, aprimorar, explica os tipos de deficiência e como lidar com cada uma, além de muitas recomendações de atividades educativas.
    • João Preste Atenção: livro infantil que explica de maneira lúdica o que é a dislexia e como lidar com crianças disléxicas.

    Fonte: https://canaldoensino.com.br/blog/associacao-brasileira-de-dislexia-oferece-material-de-apoio-gratuito

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  4. Atendimento psicológico no CCMN

    Caros colegas,

    No dia 2 de abril começa o atendimento psicológico no CCMN, coordenado pelo Professor Marcelo de Pádula e aprovado pelo Conselho Regional de Psicologia (CRP). É um projeto muito relevante para todos nós, fruto do empenho de estudantes, servidores TAE e docentes.

    O atendimento é inteiramente gratuito para os estudantes de graduação da UFRJ e algumas outras categorias (funcionários terceirizados, por exemplo). Para outros atendimentos será cobrada uma pequena taxa, pagamento via FUJB, que será revertida para o projeto.

    A inscrição dos interessados pode ser feita pelo email:

    contatopsicologosccmn@hotmail.com

    Solicito divulgação aos servidores das Unidades (docentes e TAE), setores administrativos e, principalmente, junto aos estudantes.

    Um abraço a todos.

    Cássia C. Turci
    Decania CCMN-UFRJ

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